"E se o juíz marcasse o pênalti?", "E se ele atirasse?", "E se ela não tivesse aceitado?" ... ahhhhh ... maldito seja o "e se". Presente em 99,9% das opiniões, ele sempre dá o ar da graça em momentos de discussão, de debate. É quase certo que um infeliz despeje indagações borbulhantes, pouco criativas e cheias de "e se". Ou seja, não há escapatórias. p.s.(primeira vez na vida que escrevo a palavra escapatórias)
Na verdade, existe sim uma saída pela tangente. Mas tão pouco criativa quanto nossa "questão" em questão. Trata-se da resposta mais sem graça de todas: "Se minha mãe tivesse rodas ela seria um carro","Se meu pai fosse mulher, eu teria duas mães", e assim por diante.
Ridículo.
Bizarro.
Nojento, para não dizer outra coisa...
O fato é que, a discussão, quando se encaminhar pro "e se", será irrelevante e não terá resultados utilizáveis.
Fuja dessa praga, não caia nesse abismo, tente não ser um alienado. E se você não conseguir, sinal que as tangentes não lhe serviram.
"E se cada um fizer a sua parte, faremos desse, um país civilizado"
Fernando Henrique Cardoso
Na verdade, existe sim uma saída pela tangente. Mas tão pouco criativa quanto nossa "questão" em questão. Trata-se da resposta mais sem graça de todas: "Se minha mãe tivesse rodas ela seria um carro","Se meu pai fosse mulher, eu teria duas mães", e assim por diante.
Ridículo.
Bizarro.
Nojento, para não dizer outra coisa...
O fato é que, a discussão, quando se encaminhar pro "e se", será irrelevante e não terá resultados utilizáveis.
Fuja dessa praga, não caia nesse abismo, tente não ser um alienado. E se você não conseguir, sinal que as tangentes não lhe serviram.
"E se cada um fizer a sua parte, faremos desse, um país civilizado"
Fernando Henrique Cardoso

